Na entrevista de apresentação
do diretor-executivo José Carlos Brunoro, o presidente Paulo Nobre
esclareceu sua relação com o Itaú. Ele negou que seja "dono" do banco, ou o
principal acionista.
"As pessoas não tem noção do tamanho do banco. Se eu tivesse 1% do Itaú, meu
Deus do céu, o Real Madri teria inveja do Palmeiras. Mas não colocaria dinheiro,
eu patrocinaria com alguma marca. Sou um profissional do mercado financeiro.
Trabalho comprando e vendendo ações. Trabalho com Itaú, Bradesco, Vale, mas não
tenho posição relevante em nenhuma delas, apenas trabalho com isso. O Itaú me
patrocinou quando corria Rali, muitas vezes, simplesmente porque a parceria do
banco era minha parceira" explicou.
Apesar de não ser dono do Itaú, como muitos imaginavam, Nobre tem um patrimônio
significativo, mas ele garantiu que não irá colocar dinheiro do bolso no
Palmeiras: "O clube não pode ser refém de seus dirigentes. Na verdade ele acaba
comprando o clube, isso é errado. A institução tem de sobreviver por conta
própria. O objetivo é não colocar um centavo do meu patrimônio pessoal, mas sim
trazer minha experiência do mercado" concluiu.


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